Renault prepara novidades para o lançamento do Fluence 2015

Renault prepara novidades para o lançamento do Fluence 2015

O sedã deve manter-se à frente nos quesitos conforto e economia

 

Novo Renault Fluence 2015

O sedã deve manter-se à frente nos quesitos conforto e economia

 

 

 

 

 

 

 

De cada quatro veículos vendidos no Brasil, um veio de fora. No ano passado, foram importados nos Brasil 913.351 carros e comerciais leves, sem contar as importações independentes e os veículos pesados (mais 4.402 caminhões e 83 ônibus).

Nesse total estão os carros trazidos pelas montadoras instaladas aqui e, também, os veículos do Mercosul e do México, que não pagam imposto de importação e nem o Super IPI de 30% que atinge os carros trazidos por marcas que não possuem fábricas no Brasil.

Nessa estatística se encaixa o Fluence, da Renault. O que chega às revendas brasileiras vem da Argentina. O carro cativa seus consumidores, principalmente, pelo espaço interno, desbancando concorrentes como o Corolla da Toyota e o Civic da Honda.

As mudanças para a linha 2013 foram sutis quanto ao visual e à mecânica. A reestilização maior virá mesmo no Fluence 2015 e deve abranger mais melhorias no acabamento interno e alterações na grade, capô, faróis e para-choque. A ‘cara nova’ chegará aos Estados Unidos e Europa no final deste ano e, no Brasil, no ano que vem.

Comparações com outras marcas

A competição entre os sedãs médios flex é dura. Na briga pela liderança, o Renault Fluence segue em quarto lugar, buscando um up grade no ranking.

O espaço interno, considerado um dos melhores da categoria, será mantido. Tem 10 cm a mais de entre-eixos que o Corolla, acomodando bem os dois passageiros da frente e mais três pessoas atrás. E quem fica no meio leva uma vantagem extra: o banco é ligeiramente recortado para acomodar melhor as pernas. O porta-malas amplo comporta 530 litros, exatamente 70 a mais que no Toyota.  Além disso, o veículo traz mais porta-objetos, um porta-luvas refrigerado (capacidade de 9 litros) e um compartimento com 2,2 litros adicionais no console central. Mas a Renault acredita que ainda é possível melhorar o conforto e prepara surpresas visando ao conforto dos ocupantes do veículo.

Na disputa com o Honda Civic, apesar de haver um equilíbrio quanto ao desempenho, o Fluence se sai melhor nas provas de aceleração. No consumo, o Honda gasta menos combustível na cidade, já o Renault leva vantagem na estrada, fazendo 12 km/l.

No pacote entretenimento, as duas marcas se equiparam. Pelo Civic EXR, com sistema de som e GPS, bancos de couro, seis airbags, controle de estabilidade e teto solar, paga-se R$ 83.890. Com os mesmos equipamentos (menos o teto solar), o Renault Fluence Privilège custa R$ 73.050, incluindo as rodas de 17 polegadas, indisponíveis no Honda. O Toyota Corolla Altis, por exemplo, vale R$ 84.150. Ou seja, a diferença em relação aos dois concorrentes ultrapassa R$ 10 mil, valor suficiente para pagar a documentação e o seguro. Aliás, o valor do seguro do Fluence também é mais barato.

Luxo e custo-benefício

Desde o seu lançamento, os consumidores elogiam o custo-benefício e destacam benefícios como as revisões com preço fixo, ótimo cambio CVT, elementos de série com ar dual zone, 6 airbags, destravamento por aproximação start/stop, acendimento automático dos faróis e sensor de chuva.

Os motores e câmbios das versões vendidas hoje permanecerão: Expression 1.6 de 112 cv (transmissão manual de 5 marchas); Dynamique 2.0 de 143 cv (manual de 6 marchas e CVT); Privilège 2.0 (somente CVT); e GT Turbo 2.0 de 180 cv (manual  de seis marchas), sendo todos Flex, com exceção do GT, e todos com direção elétrica.

Na linha 2015, a configuração Privilège (intermediária) receberá um velocímetro digital no quadro de instrumentos e as mesmas rodas 17” da versão esportiva GT Turbo. E todas as versões serão equipadas com entrada USB, conexão Bluetooth e sistema de som mais ergonômico. Um carro de luxo, sem dúvida, e com preço mais acessível que outros de seu segmento.

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